REVISTA SOCIEDADE MILITAR ALERTA: “tropas para tomar Brasília!” — Inverdades que infelizmente viralizam

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Os militares em nenhum momento se organizaram para assumir o controle do país por meio da força. Não existiu reunião de emergência para isso e não houve muito menos uma “intervenção” no judiciário. A sociedade tem amadurecido bastante no que diz respeito à interpretar o quotidiano, mas alguns grupos insistem em acreditar em fábulas e redistribuí-las pelas redes sociais como se fossem verdades.

Qualquer texto que concorde com os desejos mais secretos de um certo número de radicais corre o risco de ser republicado e maciçamente distribuído por blogs e redes sociais.

É o que acontece com um texto sem base e falacioso que roda por aí, de onde – no que diz respeito aos militares – não se extrai uma frase inteira de verdades.

Um dos trechos: “Um dos generais que seguraram no peito, com respeito, evidente, e muita lábia, os colegas já dispostos a subirem nos tanques à frente das tropas, foi o Gal. Heleno… Naquela madrugada alguns oficiais de alta patente, reunidos emergencialmente com o Gal. Villas Boas no Alto Comando das Forças Armadas, já haviam mobilizado e organizado as tropas para saírem e tomarem Brasília no dia da Independência, pois que o copo havia transbordado com o atentado a Bolsonaro, limitando-se eles a comunicarem a decisão ao Comandante Geral (sic)”.

Como bem disse o general Villas Bôas, o brasileiro não precisa ser tutelado. A sociedade brasileira é o protagonista das mudanças que estão em curso, que não se crie atores particulares, que não se retire da mesma o mérito merecido por isso.

*Comandante Geral só existe em Portugal

Fonte: Robson Augustto // Revista Sociedade Militar


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