O berro do “cabrito” ruim e os limites da insignificância de um idiota sem voto

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Fundamentos e princípios. A principal regra de organização do Estado Democrático de Direito é o enunciado Constitucional que proclama: todo poder emana do povo e em seu nome será exercido.

Nós, no Brasil, vivemos sob essa regra que é uma cláusula pétrea (de pedra, imutável, inquebrável, intocável e sagrada). Deste comando, que é o alicerce, emergem princípios que regulam nossa vida em sociedade.


Um deles é que o poder se conquista pelo voto.

Então é o voto – e só o voto – que legitima ou não legitima o governante.

Então, encerrado o processo eleitoral, um dos candidatos fragorosamente derrotados, ensaia um processo de subversão da ordem (isso mesmo, subversão da ordem), em nome de uma “resistência”, deixando explícito que não aceita a verdade das urnas e não se submete ao seu veredito.

Logo quem: aquele que teve o pior desempenho da pequena história do seu Partido, com insignificante percentual dos votos válidos. Partido, que se diga, está estraçalhado em guerras ideológicas internas, com divisões em “tendências” que vão do socialismo democrático ao comunismo radical.

Boulos não tem legitimidade para atacar um governo que sequer começou. É um radical estúpido.

O que busca, nada mais é do que se debater para sobreviver dentro das várias lideranças de esquerda, após ser massacrado pelo voto. Não tem representatividade consistente. Assim como seu Partido – que também tem pálida representatividade na Câmara Federal (10 Deputados).

São minoria. Devem ser respeitados. Mas não podem se atrever a buscar a inversão da ordem.

A sua insignificância não preocupa. O que impressiona é o atrevimento desse desajustado social e da sua claque barulhenta.

O “locador” de prédios desocupados, maneja uma massa composta por muitos incautos. Sua liderança de ódio está esvaziada e é inversamente proporcional ao seu radicalismo. Age na marginalidade que se auto impôs. No exílio confortável da esquerda “caviar” e da camisa “Lacoste”.

Esse malandro o que quer é se manter visível para ter sobrevivência política. Pode até fazê-lo. Mas que seu berro de cabrito ruim não saia dos limites da sua insignificância.

Tudo o mais é deixá-lo espernear.

O seu tamanho está na estatística: 0,58% dos votos válidos. Ou seja: muito perto do traço.

O Mito, com um partido muitíssimo menor, deu-lhe uma sova histórica.

Talvez o que ele precise, seja um bom banho e uma escova de dentes.

E o desprezo que os idiotas merecem…

Fonte: Jornal da Cidade Online

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