Miriam Leitão passa de todos os limites: a má fé dos jornalistas na posse do presidente.

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Em sua coluna no jornal O Globo, Miriam Leitão afirma que “a necessidade real de segurança do presidente eleito está sendo usada como pretexto para restringir o trabalho da imprensa”.

“É claro que a segurança do presidente eleito, Jair Bolsonaro, e dos chefes de Estado que estão entre nós exige a imposição de regras, mas o que está acontecendo com os jornalistas é impensável e inaceitável”, diz.

“Cubro posse desde o general João Figueiredo. Nunca houve nada tão restritivo. Naquela época, eu era uma jovem jornalista e tive acesso a vários pontos da cerimônia, circulei, fui convidada para o jantar de gala porque era responsável pela cobertura do Itamaraty. Lá pude falar com os novos ministros”, acrescenta.

Segundo a jornalista, “durante a campanha e a transição os sinais de hostilidade à imprensa, ou pelo menos à parte da imprensa que não está disposta a simplesmente fazer a louvação dos novos poderosos, foram muitos”.

“Este sinal de usar as regras de segurança para impor restrição física aos jornalistas e de exigir um desgaste fisico, de horas de espera além do razoável, é um perigoso precedente”, continua.

Os jornalistas disseram que, ao longo do tapete vermelho na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, havia cordões de isolamento, não permitindo a eles pular em cima do Presidente Jair Messias Bolsonaro como fizeram na Posse de outros Presidentes (quase derrubaram Dilma em 2010, se vocês se lembram).

Daí, a turminha de jornalistas-viúvas da esquerda brasileira está dizendo que “isso já é um sinal de autoritarismo do novo governo”.

Minha gente, só para recordar, Sua Excelência ainda está usando uma bolsa de colostomia e jamais poderia ser submetido ao “espreme-espreme” que os jornalistas gostam de fazer com as autoridades.

Não é uma questão de rechaço. É apenas uma precaução médica.

Já a má-fé dessa turminha… bem, essa é psicopatologia pura!


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