Clima de renovação: deputado mais votado do RS propõe a extinção do TSE

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A fragmentação e renovação radical da Câmara Federal parece real, não apenas mais um clichê para gerar manchetes otimistas ou tendenciosas.

Em ascensão meteórica na política e agora eleito o deputado federal mais votado pelo Rio Grande do Sul, Marcel van Hattem (NOVO) deixa claro em suas redes sociais que não está para brincadeiras.

Em meio à avalanche de denúncias de problemas com as urnas eletrônicas, suspeitas de fraudes, falta de transparência e desculpas esfarrapadas fornecidas pelo Tribunal Superior Eleitoral, o gaúcho propôs logo a extinção do tribunal. Em suas palavras:

“Reclamar das urnas eletrônicas é fácil. Quero ver sugerir a extinção do Tribunal Superior Eleitoral. Eu vou propor o fim de mais essa excrescência brasileira. Tribunal eleitoral que cassa prefeito mas não cassa chapa Dilma-Temer. Que se reúne às escuras para apurar votos. Que tem ministro que lê cartinha da ONU e usa para embasar autorização para presidiário concorrer. Tribunal que planeja o processo eleitoral, organiza, executa, apura os votos e é a própria instância auditora… coisa de ditadura, não de país democrático. Tribunal cujos ministros são indicados por políticos. Repetindo: o problema maior não são as urnas. É a própria existência do TSE.”

Marcel não perdeu tempo após o primeiro turno e foi um dos primeiros a declarar apoio a Jair Bolsonaro e alertar sobre os riscos sob o PT.

“Eleger Bolsonaro agora é imperativo. Se o PT chegar ao poder de novo, meu mandato de deputado federal será ridicularizado pela organização criminosa. Vão comprar novamente os deputados corruptos e perseguir e forçar ao exílio, para não mencionar coisa pior, aqueles que, como eu, não se dobrarem ao petismo. A Venezuela está aí para mostrar que tipo de consequências teremos. #PTNÃO. NUNCA! JAMAIS DE NOVO!”


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