Bolsonaro diz que Moro pediu ‘liberdade total’ e que não vai interferir no trabalho do ministro

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Presidente eleito concedeu entrevista coletiva no Rio de Janeiro nesta quinta-feira (1º). Sérgio Moro aceitou convite para comandar Ministério da Justiça e Segurança Pública.

O presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (1º) ter concordado “100%” com os pedidos do juiz Sérgio Moro para assumir o Ministério da Justiça, entre os quais “liberdade total” para combater a corrupção e o crime organizado.


Até então responsável pelos processos da Operação Lava Jato no Paraná, Moro viajou ao Rio de Janeiro nesta quinta-feira e aceitou o convite de Bolsonaro para comandar o Ministério da Justiça e Segurança Pública a partir do ano que vem. Com isso, Moro deixou a Lava Jato.

“Conversamos por uns 40 minutos e ele [Moro] expôs o que pretende fazer caso seja ministro e eu concordei com 100% do que ele propôs. Ele queria uma liberdade total para combater a corrupção e o crime organizado, e um ministério com poderes para tal”, disse o presidente eleito.

Conheça a trajetória de Sérgio Moro

Leia a carta de Moro sobre virar ministro
Ao conceder entrevista coletiva na casa dele, no Rio de Janeiro, Bolsonaro disse que não vai interferir do trabalho do futuro ministro.

Questionado se Moro será o “xerife” do governo, respondeu: “É um ministério importante e, inclusive, ficou bem claro em conversa entre nós que qualquer pessoa que porventura apareça nos noticiários policiais vai ser investigada e não vai sofrer qualquer interferência por parte da minha pessoa”.

Além de Sérgio Moro, Bolsonaro já anunciou os nomes de outros quatro ministros: o deputado Onyx Lorenzoni (Casa Civil), o economista Paulo Guedes (Economia), o general Augusto Heleno (Defesa) e o astronauta Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia).

Fonte: G1

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